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sexta-feira, 16 de julho de 2010

Direto de Vinã - Gestão do Conhecimento e Desenvolvimento do Capital Humano parte 1

Amigos, compartilhando pensamentos, conceitos e práticas desse módulo


Informação mal interpretada

Sobre Empresas e Decisões:
- Algumas empresas tomam decisões como tivessem dirigindo um carro com retrovisores e sem pára-brisas. Ou seja, observam apenas o passado, mas não sabem o que vêem no futuro.
- Na inconstância que o mercado possui, o investimento nas “ações” da empresa é a garantia que a empresa terá de investimento futuros.
- As organizações passam pelo processo de Determinismo Estrutural”, onde buscam determinar a realidade em que estão inseridas. Se estão em um ambiente favorável, ou não. Se, internamente, há mais ameaças, ou oportunidades de crescimento.
- A Autopoiese, ou processo autopoiético afirma que das empresas, saem e entram muitas energias (informações, dados, comentários) do meio que garantem a sua sustentabilidade. Esta de acordo ou não com a realidade do mercado. Na Biologia, A conservação da autopoiese e da adaptação de um ser vivo ao seu meio são condições sistêmicas para a vida. Por tanto um sistema vivo, como sistema autônomo está constantemente se autoproduzindo, autorregulando, e sempre mantendo interações com o meio, onde este apenas desencadeia no ser vivo mudanças determinadas em sua própria estrutura, e não por um agente externo.
Ex: Orquestra (Comando) # Banda de Jazz (Autônomo)
Ex: João-bobo
            
Conhecimento liberta
- Determinismo Estrutural é a autonomia cognitica que uma organização possui ao se relacionar com o meio e a realidade em que está inserida. Ora, tratando-o como uma oportunidade, ora tratando-o como uma ameaça.
- Temos que decidir quais as informações necessárias para se tomar uma decisão. Pois o excesso de informações desnecessárias e que não geram conhecimento funcionam que nem um computador. Pode “travar” o processo.
- O grande erro nas decisões está nas fontes de informação obtidas. Informações erradas levam a pensamentos errados e decisões equivocadas.
- O Negócio (negação ao ócio) ou trabalho precisa ser remunerado para ser feito. Você deixa de fazer o que gosta para lhe pagarem para fazer algo. O desafio é sair do negócio e ir ao ócio criativo (prazer pelo trabalho). O desafio é transformar todo trabalho em arte, enriquecendo ele todos os dias. Quem descobre isso, não se preocupa com a competição, pois, muito mais do que isso, sabe diferenciar e segmentar o seu serviço ou produto. Sabe ser efetivo.
- Quando um empreendimento nasce ele provoca uma perturbação no meio. Ao empreendedor cabe manter a auto-pertubação e garantir a sustentabilidade dessa organização no meio (mercado). Se um empreendimento cai na inércia organizacional e morre há também outra perturbação no meio, agora de ordem inversa: Outro empreendimento nasceu, os clientes, fornecedores e colaboradores migraram para outro espaço.

                                                                                             continua.....

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Direto de Vinã - Gestão Financeira

A turma de mestrado e o Professor Oscar Romero
              Hoje, com a aula do prof. Oscar Romero, houve uma amostra de diversos conceitos necessários para a boa Gestão Financeira que consegui aproveitar para a boa gestão social:


- O conceito de lucro mudou?!?! Hoje, qualquer instituição, para garantir a sustentabilidade precisa gerar lucro. Lembrei das várias OSCIPs em que estive, onde as mesmas visavam alcançar os resultados projetados em seus planejamentos estratégicos, e não se falava em lucro. Mas nesses mesmos casos, sem o "lucro", o projeto ou qualquer ação se tornou insustentável, porque justamente não se garantiu a sustentabilidade em seu planejamento. No momento em que uma ação se torna sustentável, ela automaticamente gerou um "lucro" para mantê-la.

- Qualquer projeto interno está automaticamente gerando riscos pelo simples fato de existir. Ele só possui dois fins: O resultado satisfatório, ou o parcial, pois não se deve considerar a não execução do mesmo.

- Dentro do ambiente de trabalho, muito mais do que o Papel Diretivo que nós assumimos, precisamos admitir automaticamente a Função Diretiva, pois qualquer ação que tomamos gera uma reação em algum outro espaço no ambiente de trabalho.

- Custo de Oportunidade: É quando fazemos um sacrifício (investimento) no presente para garantir uma oportunidade no futuro. Em alguns projetos em que trabalhei dificilmente percebi um planejamento "mediato". Todos os resultados precisavam ser quantificados e a curto prazo.

- Em qualquer projeto, com recursos limitados, a pergunta fundamental para qualquer gestão financeira é: Como utilizar os recursos disponíveis de forma eficiente para garantir mais "valor" social e humano aos resultados.

E tem mais....

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Escritório Sustentável

        Entre as diversas tentativas de se tornar mais verde, há diversas possibilidades de tomar atitudes mais sustentáveis. Você é inclusive capaz de deixar seu escritório, ou ambiente de trabalho mais ecológico. Mais do que reciclar papel ou economizar energia - o que a grande maioria das pessoas está fazendo de forma incosnciente, que nem colocar cinto de segurança - há a possibilidade de muitas outras coisas. Vendo a animação criada pelo Banco Real (http://planetasustentavel.abril.com.br/simuladores/empresa.shtml) você pode pensar consumo de energia e água, acessibilidade, conforto ambiental e relações trabalhistas. São dicas que vão desde garantir uma largura adequada para a porta, permitindo a passagem de cadeirantes, até os critérios de contratação de fornecedores, dando prioridade a quem tem as mesmas práticas. 
          No ambiente de trabalho, além de proporcionar uma constante conscientização sobre a redução de impactos ambientais, a própria equipe trabalha em ambientes mais saudáveis - do ponto de vista físico, social e humano - e sentem-se respeitados por seus empregadores. Bem que o Banco Real poderia disponibilizar umas fotos dos seus escritórios para mostrar se aplicam tais alternativas, e se realmente aplicam. Vale a pena copiar!

Publicação Sintonia

            Prezados, compartilho com vocês a grande felicidade de ter participado, junto com meu irmão Fábio e a amiga Marjorie, da Publicação do Projeto Sintonia. Após 04 anos de muito trabalho e troca de experiências e vivências fechamos esse importante ciclo em nossas vidas. Obrigado a Deus, minha família e amigos que ajudaram a tornar real esse sonho:


P.S. Estarei enviando a versão impressa e on-line para alguns amigos. Quem desejar, por favor me avise!

domingo, 4 de abril de 2010

Vai um cafezinho certificado?!

                 Em alguns períodos da década de 1980, o café era a segunda commodity mais negociada no mundo por valor monetário, atrás apenas do petróleo.  Mesmo perdendo parte desse status ao longo dos anos, o Café ainda permanece entre os 10 produtos mais exportados (ONU-Agricultura e Alimentação).
                 Hoje, os adeptos do café, podem tomá-lo com a consciência mais "relaxada". E não estou falando dos eternos embates entre os malefícios e benefícos da cafeina, mas sim, pela cadeia produtiva do café está liderando os setores agrícolas nacionais com certificação ambiental.
                 Além de causar um impacto positivo no campo, como incentivador à ouras cadeias produtivas, a certificação contribui tanto para a conservação do meio ambiente, mas também para a qualidade de vida dos profissonais, pois os produtores certificados também consideram questões sociais aos trabalhadores rurais, garantindo que essas pessoas trabalhem em condições de segurança e saúde, com moradia. “Enfim, com uma série de questões que [vêm com o] selo. Esse é o propósito da certificação”. Afirma o secretário-executivo do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Luis Fernando Guedes Pinto.
                 Para o consumidor, é a garantia de estar comprando produtos ecologicamente corretos e socialmente justos. “É uma garantia dele estar contribuindo também para isso. É importante dizer que o consumidor faz sua opção na hora em que compra, optando por um produto certificado de maneira consciente”, conclui o secretário.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Falta Pensamento Crítico

          Uma pesquisa feita pelo Economist Intelligence Unit com 192 executivos de grandes empresas de 22 países da América Latina mostrou as principais debilidades dos jovens profissionais que saíram recentemente do ensino superior. Dentre essas principais debilidades, o que mais chama atenção é a falta de pensamento crítico e habilidades pessoais diversas que não aprendemos em sala de aula, mas na sala de aula e outras experiências.
          A lista completa das debilidades é:

1. Pensamento crítico: 50%
2. Comunicação oral e escrita: 34%
3. Habilidades pessoais (negociação e trabalho em equipe):  33%
4. Conhecimento de ciências, tecnologias e engenharia: 27%
5. Liderança: 27%
6. Domínio de idiomas: 22%
7. Compreensão das consequências financeiras de seus atos: 21%
8. Resolução de problemas: 18%
9. Análise estatística: 16%
10. competência tecnológica: 8%


sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Você está em "pleno emprego"?


Na economia, quando dizemos que uma empresa, ou Instituição está em "Pleno Emprego" é porque o auge de sua produção foi atingido. É como se toda a máquina pública, junto com todos os funcionários públicos estivessem em total produtividade durante as suas horas de trabalho - o que soa utópico nos dias de hoje. Outro exemplo, seria se todos os funcionários de uma empresa estivessem trabalhando sem dar atenção ao café, as conversas paralelas, ao orkut, ao msn, ou qualquer distração possível.

Esse princípio só se atinge na teoria, pois qualquer Instituição, sendo ela pública ou privada nunca poderá atingir o seu "Pleno Emprego", pois sempre haverá alguém disposto a dar atenção a qualquer coisa que não seja o trabalho... nem que seja por alguns segundos.

Pois bem, mas se formos planificar esse mesmo princípio em nossa vida, não é muito difícil percebermos o quanto que já atingimos o "Pleno Emprego" inúmeras vezes. Para saber, leia a seguinte afirmativa: Algum amigo seu convidou você para bater um papo, ou sair um pouco no final de semana e você respondeu que estava "sem tempo para nada", pois estava tão cansado de suas obrigações, do dia cansado de trabalho, das cobranças do trabalho, das metas a alcançar e do transito louco que pegou ao retornar para casa. Se você já passou por situação parecida, seja bem-vindo a massa de pessoas que atingem o pleno emprego todos os dias.

mas paremos para pensar quais são nossas reais obrigações? Pois onde ficam as nossas obrigações com a nossa vida pessoal? E o nosso bem-estar social e psicológico? Será que o "pleno emprego" que exerço na Empresa nunca será suficiente para ela? sempre será maior que a minha qualidade de vida?

Ora, até que ponto eu estou trabalhando para minha vida? Até que ponto estou voltando todo o meu cansaço, esforço e energia para o meu bem-estar? E se o pleno emprego que exerço não é suficiente para que eu cuide da minha vida, como poderei cuidar de outras vidas e da vida do planeta?

Talvez o que seja valido é construirmos uma cultura equilibrada entre satisfazer o que é importante para sobrevivermos e o necessário para sermos felizes e vivermos em paz. Acredito que ainda haja muitos caminhos, mas deixarei para responder depois, pois ainda terei que trabalhar ao terminar.